Cyberbullying: a violência virtual

Cyberbullying: a violência virtual

cyberbullying

Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.

Quem convive com crianças e adolescentes sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas “imperfeições” – e não perdoam nada.

Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando.

Nos últimos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganhou nome de: Bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como “intimidar” ou “amedrontar”). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica.

Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara a esse problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima que foi batizados de Cyberbullying.

Cyberbullying no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo e isso é muito perigoso. Veja abaixo que esta circulando nas redes sociais clica aqui e assista o video Galera compartilha ai o máximo que puder

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.


*